Como você como ser humano influencia no seu eu profissional?

16 de jan. de 2024

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Em uma era da hipervalorização das skills (uma hora é hard skill, depois soft skill, agora a tal dsa mad skills), como você como ser humano influencia no seu eu profissional? 🤯💡✨

Eu me fiz essa pergunta durante meu período de pausa, ela não veio assim, pronta e estruturada, surgiu depois de muitas noites mal dormidas, de crises de ansiedade por ainda não saber o que queria fazer da vida.

Mas, talvez, essa tenha sido a pergunta mais importante que eu me fiz, e que me ajudou a aproximar a minha essência como pessoa à minha contribuição profissional. Até por que, vivemos uma corrida atrás de habilidades e competências que todo dia ganham força ou perdem relevância e, no fundo, somos a soma de nossas experiências vividas e da nossa capacidade de aprender com elas.

Tá, calma, você pode não estar entendendo muito bem de onde parti e onde cheguei. Como pesquisadora, em um cenário em que eu simplesmente não tinha respostas, reconhecer o ambiente foi meu ponto de partida.

Peguei meus post-its e saí escrevendo todos meus hobbies, meus interesses e causas. Não pensei em trabalho, tarefas, responsabilidades, nada. Apenas escrevi coisas que vivi, que eu amo e que eu odeio no mundo. Escrevi coisas como meu amor pelo skate, gostar de roadtrips, meu desejo de sempre fazer coisas novas e minha visão sociopolítica. Depois, me perguntei, o que isso dizia sobre minha esfera pessoal, desdobrei em profissional e, por fim, relacionei que habilidades aquela minha essência agregava no meu profissional. (Mas acho que a imagem conta melhor essa história)

No meu eu mais profundo, acredito que o quando o ser e o fazer andam juntos, coisas incríveis acontecem. Pode parecer uma utopia, mas ao olhar para essas habilidades pela ótica do que minhas paixões dizem sobre meu eu profissional, tem me aberto conexões com pessoas, organizações e projetos de maneira mais humaniza e com maior sinergia.

Não quero romantizar a relação com o trabalho, afinal, tem horas que tudo que mais queremos, é ter ambientes totalmente separados. Mas para mim, do jeito que eu enxergo a vida, valor do nosso trabalho transcende simples ações; é um reflexo do conhecimento que compartilhamos e da marca que deixamos por aí, não apenas do que fazemos.

Se você se interessou nessa abordagem, testa por aí. Ou então pode contar comigo, ainda tenho 2 vagas de mentoria em fevereiro. Para mais informações, me chama na inbox :)

Em uma era da hipervalorização das skills (uma hora é hard skill, depois soft skill, agora a tal dsa mad skills), como você como ser humano influencia no seu eu profissional? 🤯💡✨

Eu me fiz essa pergunta durante meu período de pausa, ela não veio assim, pronta e estruturada, surgiu depois de muitas noites mal dormidas, de crises de ansiedade por ainda não saber o que queria fazer da vida.

Mas, talvez, essa tenha sido a pergunta mais importante que eu me fiz, e que me ajudou a aproximar a minha essência como pessoa à minha contribuição profissional. Até por que, vivemos uma corrida atrás de habilidades e competências que todo dia ganham força ou perdem relevância e, no fundo, somos a soma de nossas experiências vividas e da nossa capacidade de aprender com elas.

Tá, calma, você pode não estar entendendo muito bem de onde parti e onde cheguei. Como pesquisadora, em um cenário em que eu simplesmente não tinha respostas, reconhecer o ambiente foi meu ponto de partida.

Peguei meus post-its e saí escrevendo todos meus hobbies, meus interesses e causas. Não pensei em trabalho, tarefas, responsabilidades, nada. Apenas escrevi coisas que vivi, que eu amo e que eu odeio no mundo. Escrevi coisas como meu amor pelo skate, gostar de roadtrips, meu desejo de sempre fazer coisas novas e minha visão sociopolítica. Depois, me perguntei, o que isso dizia sobre minha esfera pessoal, desdobrei em profissional e, por fim, relacionei que habilidades aquela minha essência agregava no meu profissional. (Mas acho que a imagem conta melhor essa história)

No meu eu mais profundo, acredito que o quando o ser e o fazer andam juntos, coisas incríveis acontecem. Pode parecer uma utopia, mas ao olhar para essas habilidades pela ótica do que minhas paixões dizem sobre meu eu profissional, tem me aberto conexões com pessoas, organizações e projetos de maneira mais humaniza e com maior sinergia.

Não quero romantizar a relação com o trabalho, afinal, tem horas que tudo que mais queremos, é ter ambientes totalmente separados. Mas para mim, do jeito que eu enxergo a vida, valor do nosso trabalho transcende simples ações; é um reflexo do conhecimento que compartilhamos e da marca que deixamos por aí, não apenas do que fazemos.

Se você se interessou nessa abordagem, testa por aí. Ou então pode contar comigo, ainda tenho 2 vagas de mentoria em fevereiro. Para mais informações, me chama na inbox :)

Em uma era da hipervalorização das skills (uma hora é hard skill, depois soft skill, agora a tal dsa mad skills), como você como ser humano influencia no seu eu profissional? 🤯💡✨

Eu me fiz essa pergunta durante meu período de pausa, ela não veio assim, pronta e estruturada, surgiu depois de muitas noites mal dormidas, de crises de ansiedade por ainda não saber o que queria fazer da vida.

Mas, talvez, essa tenha sido a pergunta mais importante que eu me fiz, e que me ajudou a aproximar a minha essência como pessoa à minha contribuição profissional. Até por que, vivemos uma corrida atrás de habilidades e competências que todo dia ganham força ou perdem relevância e, no fundo, somos a soma de nossas experiências vividas e da nossa capacidade de aprender com elas.

Tá, calma, você pode não estar entendendo muito bem de onde parti e onde cheguei. Como pesquisadora, em um cenário em que eu simplesmente não tinha respostas, reconhecer o ambiente foi meu ponto de partida.

Peguei meus post-its e saí escrevendo todos meus hobbies, meus interesses e causas. Não pensei em trabalho, tarefas, responsabilidades, nada. Apenas escrevi coisas que vivi, que eu amo e que eu odeio no mundo. Escrevi coisas como meu amor pelo skate, gostar de roadtrips, meu desejo de sempre fazer coisas novas e minha visão sociopolítica. Depois, me perguntei, o que isso dizia sobre minha esfera pessoal, desdobrei em profissional e, por fim, relacionei que habilidades aquela minha essência agregava no meu profissional. (Mas acho que a imagem conta melhor essa história)

No meu eu mais profundo, acredito que o quando o ser e o fazer andam juntos, coisas incríveis acontecem. Pode parecer uma utopia, mas ao olhar para essas habilidades pela ótica do que minhas paixões dizem sobre meu eu profissional, tem me aberto conexões com pessoas, organizações e projetos de maneira mais humaniza e com maior sinergia.

Não quero romantizar a relação com o trabalho, afinal, tem horas que tudo que mais queremos, é ter ambientes totalmente separados. Mas para mim, do jeito que eu enxergo a vida, valor do nosso trabalho transcende simples ações; é um reflexo do conhecimento que compartilhamos e da marca que deixamos por aí, não apenas do que fazemos.

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